14 janeiro 2013

Educação

Frequentemente algum funcionário da Editora Abril liga pra mim para oferecer assinatura de revista. A única vez, em toda a minha vida, que eu assinei uma revista foi por livre e espontânea vontade - e me arrependo amargamente de ter cedido os números de meus telefones (é, no plural, porque além de me importunarem na minha casa, ligam para o meu celular!). Enfim, da última vez o diálogo foi mais ou menos assim:

Ed. Abril: Olá senhora Flávia! Estamos com desconto em assinatura da revista veja e blablabla...
Eu: Não tenho interesse!
Ed. Abril: Mas a senhora nem ouviu o valor do desconto!
Eu: Mesmo que seja barato, eu não quero! Não quero fazer despesa com revista agora.
Ed. Abril: Mas a senhora tem 50 dias para começar a pagar blablabla...
Eu: Uma hora eu vou ter que pagar, né? Obrigada, mas não quero! Boa tarde.
Ed. Abril: A Editora Abril agradece a sua atenção tenha uma boa tarde!

Agora me diga, a pessoa liga pra o meu celular, não aceita minhas resposta, insiste até eu perder a paciência... que é o mal educado?? ¬¬

13 junho 2012

É como sempre diz um amigo meu...

a humanidade é inviável

26 maio 2012

Lembrete

Não existe fórmula para o sucesso, exceto, talvez, pela aceitação incondicional da vida e do que ela traz. 

Arthur Rubinstein

18 maio 2012

Saudosismo

Eu fui uma criança feliz - tive quase todos os brinquedos de menina - e alguns de menino, também - que aparecem aqui:

Brinquedos Antigos

17 maio 2012

Futuro

Essa vida de estudar para concursos é no mínimo enlouquecedora - é, esqueci de avisar, mesma ladainha dos últimos tempos, mas se estás lendo é porque queres. O fato é que não se tem tempo. O tempo que se tem, e que parece infindável para as pessoas que nunca estudaram para concurso - vestibular não vale! - é totalmente direcionado para uma atividade exclusiva: estudar. Só que como são pessoas e não máquinas que estudam, de modo geral, o aproveitamento do estudo não se mantém constante durante as seguidas horas do dia, ou durante os dias da semana. Como tem tempo para estudar, o concurseiro, a pessoa que estuda para concursos acaba por ter alguns momentos mais propensos a reflexões - principalmente sobre a sua vida, nas três dimensões temporais: passado, presente e futuro, e nesta última com mais afinco e insegurança.
A questão é que me peguei viajando nisso no meio de uma vídeo-aula de direito previdenciário. E fiquei pensando: será que algum dia eu vou ser realizada com o meu trabalho? E eu falo realizada no sentido de satisfeita com o trabalho que desempenho, satisfeita quase orgulhosa. Não tou falando de status, de ocupar um supercargo de autoridade pública, nada disso. Falo da sensação de esforço recompensado, de cumprir o seu dever. E então me pergunto: eu tenho vocação pra quê? Não consigo encontrar uma carreira jurídica, ou não-jurídica, que acelere as batidas do meu coração, que me faça querer chegar lá de todo jeito, não! É como se qualquer função que eu venha a desempenhar se resuma a um feixe de tarefas que precisam ser concluídas. E aí percebi que isso não traz realização. Então fiquei desestimulada para estudar e prestar um concurso de uma carreira que eu não escolhi, mas a que fui levada a fazer por circustâncias de tempo e espaço. E agora estou angustiada achando que não vou encontrar nada que me satisfaça plenamente nesta vida.  

14 maio 2012

Sem pé nem cabeça

Se tem uma coisa que eu queria que fosse minha principal característica é a serenidade. Queria que me definisse, que todos que eu conheço me reconhecessem através dela. Mas isso nunca esteve tão longe de acontecer. Eu sou impaciente, abuso-me facilmente, chateio-me mais ainda. Sou ansiosa, imediatista, teimosa, odeio ser contrariada - e quem gosta? Veja bem, não sou chata, sou bastante agradável - nas CNTP, devo advertir =P Eu nunca tenho culpa de nada - de errado ou ruim, claro! 
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 Então, sabe quando você estão tão estressado que só consegue ver as coisas pelo lado negativo? Eu tava meio assim. É que tudo tem dois lados - pelo menos - então você pode escolher qual vai ser o lado mais relevante para você. O problema é que quando a gente está impaciente, só importa o lado ruim, o trabalho que vai dar, o tempo que vou perder mimimimi... Mas quando a gente consegue ajustar o foco, desembaçar a vista e deixar tudo mais claro, a equação é bem simples: por que não escolher o lado positivo, simplesmente? Se as coisas têm que ser feitas, melhor aproveitar algo no meio do caminho a ficar resmungando e se queixando feito um velho rabugento. Engraçado eu falar isso, acho que se qualquer pessoa da minha convivência atual fosse ler este texto duvidaria da autoria. Claro! Eu estou própria jovem rabugenta. Impaciente. Irritadiça. Não, amigo, tpm não dura o mês inteiro - ou pior, meses a fio. O fato é que às vezes é meio complicado parar um pouco, calibrar o discernimento e ver as coisas com mais clareza. Espero que o que estou sentindo não seja só um lampejo... que seja duradouro.
É que eu estou estudando pra concurso - não digo que sou concurseira, eu não sou isso, eu estou estudando para fazer umas provas de concurso, é temporário! - e isso é beeem mais estressante do que pode parecer - viu que não é culpa minha? A pessoa estuda, mas os outros pensam que é só uma desocupada que pode fazer qualquer coisa a qualquer hora, afinal, só tá estudando! Tá, já comecei a resmungar!