Tá, eu não estou escrevendo como antes e tá na cara que eu tô falando do amor. Mas não do amor abstrato tão evocado em dia dos namorados. Eu tô falando do amor que eu sinto. Amor que é meu. Não tô falando de amor descartável e superficial. Eu tenho horror a isso. Eu tô falando de olhar, de tocar, de sentir. E não me venham com essa de que o amor completa, que, absolutamente, não é disso que eu falo. Eu falo de um amor para duas pessoas. Duas vidas [completas] que se vêem diante dele. O ponto em comum. O elo. E a razão de estar falando sobre amor, hoje, é só uma: ele.
[Qualquer tipo de semelhança com a realidade pode ser/é mera coincidência]
13 setembro 2007
Elo
Este blog nunca foi tão pessoal como vai ser a partir de agora. Ou talvez só seja agora e eu volte à pretensa impessoalidade nas postagens seguintes. Isso não importa. O que importa é o que eu quero dizer agora. E o que eu vou dizer agora é o que eu sinto. Eu sinto algo que eu achei que não existia de verdade. Algo que parecia ter dado as costas pra mim. Um sentimento cheio de defensores ao redor do planeta. Um sentimento que se apossou de mim com uma propriedade assustadora, até. Um sentimento que me eleva, que traduz o que há de positivo pra se viver.
Tá, eu não estou escrevendo como antes e tá na cara que eu tô falando do amor. Mas não do amor abstrato tão evocado em dia dos namorados. Eu tô falando do amor que eu sinto. Amor que é meu. Não tô falando de amor descartável e superficial. Eu tenho horror a isso. Eu tô falando de olhar, de tocar, de sentir. E não me venham com essa de que o amor completa, que, absolutamente, não é disso que eu falo. Eu falo de um amor para duas pessoas. Duas vidas [completas] que se vêem diante dele. O ponto em comum. O elo. E a razão de estar falando sobre amor, hoje, é só uma: ele.
Tá, eu não estou escrevendo como antes e tá na cara que eu tô falando do amor. Mas não do amor abstrato tão evocado em dia dos namorados. Eu tô falando do amor que eu sinto. Amor que é meu. Não tô falando de amor descartável e superficial. Eu tenho horror a isso. Eu tô falando de olhar, de tocar, de sentir. E não me venham com essa de que o amor completa, que, absolutamente, não é disso que eu falo. Eu falo de um amor para duas pessoas. Duas vidas [completas] que se vêem diante dele. O ponto em comum. O elo. E a razão de estar falando sobre amor, hoje, é só uma: ele.
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3 comentários:
aaai que lindooo!! ^^
eu fico feliz só de ver vocês juntos! Me ajuda a acreditar que ainda existe nesse mundo um pouco de sentimento ;)
;****
É verdade. Amor que é seu, só seu.
Assim como minha amor é minha.
O nosso amor é um amor puro, não pede nada em troca, é aquele amor que simplesmente é, sem saber porque, sabendo apenas que temos de estar juntos. Não porque precisamos um do outro, mas porque queremos um ao outro. Elo.
Eu te amo!
Mari: #)
Amor: Te amo mils, lindo! (L)
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